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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Nova campanha da Band-Aid conta a história dos machucados

Na terça-feira desta semana a Johnson & Johnson estreiou a nova campanha da Band-Aid. São dois comerciais que ressaltam que proteger é preciso, mas que se machucar faz parte da infância. Para isso a marca utiliza o slogan “Cuide das histórias dos seus filhos”.

A J&J não divulga o investimento previsto para 2010 em propaganda, mas adianta que este ano focará suas ações na TV a cabo, como esta da Band-Aid, e também na internet. Além de ações nos pontos de venda.



Fonte: Revista SM

Ventiladores sustentáveis

Redes como Walmart, Atacadão e Rede ABC são alguns dos clientes da empresa alemã ebmpapst, que trouxe para o Brasil sua nova linha Hyblade. Os motores têm tecnologia que permite ao equipamento utilizar o mínimo possível de energia e evitar a emissão de ruídos. A linha inclui cinco diferentes tamanhos e onze versões do produto.


Fonte: Revista SM

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Análise semanal do mercado de açúcar


O foco no cumprimento dos contratos de exportação tem, de certa forma, reduzido o interesse das vendas de açúcar no mercado interno. Isso ajuda a explicar a maior estabilidade de preços nas negociações realizadas em São Paulo, assim como nos outros estados da região Centro-Sul. 

Compradores que esperavam redução ainda mais acentuada dos preços para aumentar os negócios não intensificaram suas aquisições diante da estabilidade, mantendo baixa a liquidez doméstica. Muitos consumidores estão abastecidos e podem, então, aguardar a entrada e/ou o retorno de certas usinas ao mercado, que ofertam a preços mais baixos em determinados períodos do mês. 

Na última semana, apenas alguns negócios spot envolveram volumes mais expressivos, mas sem obter deságio em relação à média geral – condição esta comum nos últimos meses.

Projeto de lei limita tamanho de atacado em Porto Alegre

A proposta, que será encaminhada nos próximos dias para apreciação do prefeito José Fortunati (PDT), limita em 2,5 mil metros quadrados as lojas atacadistas nas regiões de maior densidade populacional da cidade.

O projeto foi criado pelo vereador Luiz Braz (PSDB). O objetivo é evitar um intenso tráfego de caminhões de carga e descarga, em uma cidade que já conta com 700 mil veículos, para uma população de 13,4 milhões de habitantes. “Lembrando que 100 novos veículos entram em circulação a cada dia”, acrescenta Márcio Bins Ely, secretário do Planejamento.

A rede americana Walmart está com o projeto da construção da bandeira Sam’s Club tramitando há um ano no conselho da companhia. A nova lei ameaça a conclusão do programa e, segundo a opinião de Antero Filippo, vice-presidente de atacado do Walmart, “o grupo acredita que a nova legislação pode provocar fuga de investimentos do município”.

O vice-presidente diz que não vai modificar o projeto inicial, pois irá gerar centenas de empregos, além de abastecer pequenos e médios comerciantes que teriam melhores condições de concorrer com os grandes supermercados da região, como a rede Zaffari.
Por outro lado, Ely adiantou que a proposta é "razoável" e "coerente" com as leis anteriores, principalmente quando levados em consideração os diversos atacarejos da cidade.
 
Fonte: Valor Econômico

terça-feira, 15 de junho de 2010

Produtos de limpeza devem crescer até 12% no primeiro semestre

É o que estima a Abipla (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e Afins). A expectativa é de que a alta fique entre 10% e 12% no primeiro semestre, frente ao mesmo período de 2009.

O motivo é a preocupação do consumidor com itens ligados ao bem-estar das famílias – e não apenas à limpeza do ambiente. É o caso dos desodorizadores e dos purificadores de ar. Por custarem mais caro, o aumento das vendas eleva também o faturamento do mercado de limpeza como um todo. Além disso, as duas categorias proporcionam maiores margens de retorno e são porta de entrada para o consumo de outros produtos de maior valor agregado.
No ano passado, a cesta de limpeza registrou um faturamento de R$ 12,2 bilhões, crescimento de 7% comparado ao ano anterior. Segundo a Abipla, também os purificadores foram destaque em 2009. Entre as empresas que atuam nesse segmento estão a Ceras Johnson e a Reckitt Benckiser.

Já no quesito praticidade, os limpadores multiuso continuam no topo das vendas no setor. Representam 30% da receita. No caso do sabão em pó e do líquido, o crescimento foi de 10%, acima da média da categoria. “Nosso preço não teve variação forte nos últimos anos. Os ganhos na venda acontecem por aumento na quantidade vendida”, explicou Priya Patel, diretora de marketing de higiene e limpeza da Unilever, líder no segmento, com a marca OMO.
 

Pão de Açúcar vai transportar produtos dos fornecedores

Depois de o Walmart adotar a estratégia nos Estados Unidos é a vez da varejista brasileira. Atualmente, 1,35 mil caminhões de 153 transportadoras prestam serviços com exclusividade ao Grupo Pão de Açúcar. A ideia é esta frota também se encarregar de transportar as mercadorias dos fabricantes até a varejista nos horários em que ficaria ociosa.

“Temos condições de cobrar do fornecedor um frete menor do que ele pagaria no mercado”, diz Carlos Eduardo Botana, gerente geral de distribuição do Pão de Açúcar. Segundo ele, é comum um caminhão fazer sua entrega e voltar vazio para ser carregado novamente. Em vez de retornar sem mercadoria, ele pode passar em outro fornecedor e voltar abastecido.

No Brasil, os caminhões circulam 30% do tempo vazios ou com espaços livres, revela um levantamento feito pelo Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain). “Uma empresa consegue economizar até 8% no total gasto com transporte se realizar uma gestão eficiente, como compartilhar a frota com outras companhias”, explica Maria Fernanda Hijjar, diretora de inteligência de mercado do Ilos.

De um total de 1,8 mil fornecedores, o estudo, comandado por Botana do Pão de Açúcar, concluiu ser rentável 'vender' frete a 180 fabricantes. “Esta é a quantidade de indústrias que estão nas rotas já feitas por nossos caminhões.” Ele acrescenta que a empresa está trabalhando com 32 fornecedores para o compartilhamento do frete e tem condições de vender este serviço ao mercado.

Ainda sem nome, a nova empresa, chamada por Botana de “filial transportadora”, deve sair do papel neste segundo semestre. A aquisição de uma frota própria de caminhões está sendo avaliada, bem como uma possível utilização de veículos da Casas Bahia, cuja negociação de fusão com o Pão de Açúcar continua em andamento.

Ganhos8% de economia no total gasto com transporte é quanto uma empresa pode ganhar compartilhando seus veículos com outras companhias.

Ociosidade30% de seu tempo é quanto, em média, cada caminhão que circula no Brasil fica vazio ou com algum espaço vago durante suas viagens.

Indústria
1,8 mil é a quantidade de fornecedores do Grupo Pão de Açúcar. Nos Estados Unidos, a rede Walmart vai usar a mesma estratégia, segundo a Bloomberg BusinessWeek. Dono de 6,5 mil caminhões e 55 mil reboques, o varejista está conversando com seus fornecedores para assumir a entrega dos produtos em troca de redução nos preços pagos por eles.
 
Fonte: Brasil Econômico

Investimentos no setor de refrigerantes se multiplicam

Com 50% do mercado, a Coca-Cola, por exemplo, deve investir mais de R$ 2 bilhões no País em 2010, cerca de 14% acima dos recursos aplicados em 2009. Entre 2010 e 2014, a empresa investirá um total de R$ 11 bilhões, com foco em infraestrutura e marketing.

Para Xiemar Zarazúa, presidente da Coca-Cola Brasil, "os fundamentos econômicos do País, junto com a classe média crescente, apresentam uma oportunidade que não pode ser desperdiçada pela sociedade nem pelas empresas brasileiras."

E não são apenas as grandes companhias que vão investir. Empresas de menor porte do setor também têm planos de expansão. A Coroa, do Espírito Santo, quer avançar sobre o mercado do Rio de Janeiro em 2011 e, para isso, deverá construir uma nova unidade na cidade de Campos de Goyatacazes (RJ). O investimento previsto para a nova unidade é de R$ 12,5 milhões.
 
Mercado 
A Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes prevê este ano um crescimento de mais de 6% do segmento no País. Paulo Mozart, diretor da associação, diz que grandes empresas como AmBev, Coca-Cola, Pepsi, Vonpar e Bandeirantes devem investir, somadas, R$ 6 bilhões nos próximos três anos em refrigerantes. O ranking do setor mostra que, depois da Coca-Cola, vêm AmBev e Pepsi, ambas com participação de 18%. O setor ainda é pulverizado: as médias e pequenas empresas ficam com a fatia de 22% do mercado. 

Fonte: DCI