O ajuste econômico chinês continua influenciando o mercado de commodities, e as agrícolas também sentem a pressão.
Os futuros do açúcar negociados na Bolsa de Londres encerraram em baixa nesta sexta-feira sentindo esse peso e devolvendo os ganhos da sessão anterior.
O vencimento março encerrou com baixa 4,18%, a valendo US$ 679,10 por tonelada.
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sábado, 20 de novembro de 2010
Açúcar - Açúcar trabalhou o dia com em um range significativo de mais de 300 pontos
O açúcar trabalhou o dia com em um range significativo de mais de 300 pontos. O cenário macro parece estar influenciando muito as commodities em geral. A decisão da china em aumentar o compulsório em 0,50pp no dia 29, na tentativa de retirar dinheiro de circulação para combater a inflação, o que impactas diretamente nas commodities que estão subindo com a demanda dos países emergentes aquecidas. Do lado de fundamentos não há novidades marcantes a semana teve a divulgação da ÚNICA com números maiores do que o esperado, e a Índia reduziu a produtividade e a quantidade exportada para cerca de 25,5 m tons e 2,5 m tons respectivamente. O dólar índex trabalhou praticamente inalterado durante todo o dia sem notícias de impacto da economia americana. O açúcar NY ajustou com 200 pontos de queda e o refinado -$30,00, ambos no contrato de Março.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Açúcar - Novamente atingiu máximas dos últimos 30 anos
O açúcar novamente atingiu máximas dos últimos 30 anos se sustentando ainda nas condições climáticas do Brasil para a próxima safra. Os produtores parecem ter investido mais na adubação este ano comparado ao ano anterior, mas as condições climáticas permanecem inóspitas para o plantio com o clima mais seco do eu o esperado. Por outro lado tem a Índia que deverá ter uma produção robusta, mas mesmo que essa produção atinja a mais otimista das previsões a quantidade exportada a ser exportada é onde se concentram as preocupações. A Produção na Índia é subsidiada pelo governo o que torna ainda mais difícil de dimensionar uma quantidade do excedente produtivo a ser exportado. O dólar índex voltou a se recuperar mas as commodities em geral parecem não dar muita importância para os movimentos mais curtos do dólar nesses últimos dias. O USDA divulgou uma queda nos estoques de 15,7% em relação a safra passada mas uma melhora de 20,8% em relação ao relatório do mês passado. A parcela do estoque total comparada ao consumo diminuiu cerca de 2% apesar da queda o numero tem pouca representatividade. O açúcar NY ajustou com 123 pontos de alta e o LDN com +$24,40, ambos no contrato de março.
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quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Açúcar - Preços do açúcar avançam em NY nesta terça-feira diante de incertezas sobre as exportações indianas
Incertezas em relação às exportações da Índia ofereceram sustentação aos preços do açúcar ontem no mercado internacional, informou a agência Dow Jones Newswires. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão negociados a 27,92 centavos de dólar por libra-peso, já próximos da barreira dos 28 centavos. Um trader da bolsa de Londres, onde o produto atingiu máxima em 30 anos, disse que, ainda que se saiba que a Índia voltará a exportar, não se sabe quando ou quanto. Ao mesmo tempo, as adversidades climáticas no Brasil continuam a oferecer suporte. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal em São Paulo subiu 0,11% na segunda-feira, para R$ 74,56.
Siga as Cotações dos produtos AQUI
Fonte: Valor Econômico
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Açúcar - Caos no embarque do açúcar não se resolve da noite para o dia, admite CAP
O presidente do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Sérgio Aquino, falou sobre o problema que envolve o embarque e desembarque de açúcar no Porto de Santos. Admitiu que as reclamações dos empresários não serão resolvidas tão rápidas, mas dá razão a eles e apóia a mudança no sistema de escalação de estivadores para que o serviço se desenvolva de forma mais rápida no maior porto do Hemisfério Sul.
“Sabemos que a falta de mão de obra persiste, mas o problema do açúcar no Porto de Santos não se resolve da noite para o dia. Há um acordo entre Ministério Público e Ogmo que cria regras rígidas para o acesso de avulsos ao sistema e por isso há a demora na entrada de mais pessoas para auxiliar nos serviços nos navios. Agora, a gente já deu sugestões e orientações sobre o tema e aguardamos o Ogmo.”
Sérgio Aquino refere-se à escalação dos estivadores, cujo sistema atual facilita o impedimento da formação dos ternos (grupo de homens) para o serviço. Assim, os avulsos chamados na parede do Ogmo ganham a diária, não trabalham porque os ternos ficam incompletos e geram ainda mais prejuízos aos operadores de açúcar. “Só que a gente sabe que isso não vai ser resolvido agora, demanda tempo.”
Segundo o presidente do CAP, dos 250 homens chamados de forma emergencial para movimentar açúcar no porto santista, cerca de 40 já estão disponíveis para as operações nos porões dos navios. 110 estão finalizando cursos e outros 110 entram em sala de aula no dia 28 próximo. Enquanto isso, 90 navios seguirão parados na barra de Santos. A maioria levará açúcar.
“Mais para frente, discutiremos outras soluções para que na próxima safra isso não se repita, como a sacaria chegar ao cais já amarrada em cintas, para adiantar o processo”, encerra Aquino.
“Sabemos que a falta de mão de obra persiste, mas o problema do açúcar no Porto de Santos não se resolve da noite para o dia. Há um acordo entre Ministério Público e Ogmo que cria regras rígidas para o acesso de avulsos ao sistema e por isso há a demora na entrada de mais pessoas para auxiliar nos serviços nos navios. Agora, a gente já deu sugestões e orientações sobre o tema e aguardamos o Ogmo.”
Sérgio Aquino refere-se à escalação dos estivadores, cujo sistema atual facilita o impedimento da formação dos ternos (grupo de homens) para o serviço. Assim, os avulsos chamados na parede do Ogmo ganham a diária, não trabalham porque os ternos ficam incompletos e geram ainda mais prejuízos aos operadores de açúcar. “Só que a gente sabe que isso não vai ser resolvido agora, demanda tempo.”
Segundo o presidente do CAP, dos 250 homens chamados de forma emergencial para movimentar açúcar no porto santista, cerca de 40 já estão disponíveis para as operações nos porões dos navios. 110 estão finalizando cursos e outros 110 entram em sala de aula no dia 28 próximo. Enquanto isso, 90 navios seguirão parados na barra de Santos. A maioria levará açúcar.
“Mais para frente, discutiremos outras soluções para que na próxima safra isso não se repita, como a sacaria chegar ao cais já amarrada em cintas, para adiantar o processo”, encerra Aquino.
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Açúcar/Londres: Preços encerram a terça-feira em alta
O açúcar refinado negociado na Bolsa de Londres (Liffe) fechou em alta nesta terça-feira.O vencimento dezembro fechou com ganho de de US$ 8,90 ou 1,24%, cotados a US$ 708,30.
De acordo com a Sucden, do ponto de vista técnico, há resistência técnica a US$ 744,44/t e US$ 780,97/t, além de US$ 849,42 e US$ 854,40/t, . O suporte, por sua vez, se encontra a US$ 672,91/t.
De acordo com a Sucden, do ponto de vista técnico, há resistência técnica a US$ 744,44/t e US$ 780,97/t, além de US$ 849,42 e US$ 854,40/t, . O suporte, por sua vez, se encontra a US$ 672,91/t.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Açúcar recuou um pouco na sessão de hoje
O açúcar na sessão de hoje, recuou um pouco baseado em realização de lucros após os preços atingirem, hoje, máxima de duas semanas. Vendas especulativas foram impulsionadas por um petróleo (-0,23%) e CRB (-0,25%) mais fracos. No cenário macro, o dólar índex fechou com -0,49%. A expectativa agora esta em torno do relatório da Única e o desenrolar do line up dos navios, principalmente no porto de Santos. O VHP fechou com 48 pontos de baixa, a 18,94 e o refinado a 551,20, com +$1,30, ambos para o contrato Outubro.
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sábado, 14 de agosto de 2010
AÇUCAR - Cotação segue firme mesmo com avanço na colheita
Apesar do avanço na colheita de cana-de-açúcar e da produção de cristal na região Centro-Sul do Brasil, os preços do produto subiram no estado de São Paulo nos últimos dias, conforme dados do Cepea. O impulso veio das altas no mercado internacional. O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) fechou a R$ 44,81/saca de 50 kg na quarta-feira, alta de 0,8% entre 4 e 11 de agosto. Na parcial do mês, o aumento é de 3,94%.
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Safra de grãos deve igualar recorde histórico
O crescimento é de 8,9%, segundo projeção do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 80% da lavoura de grãos já foi colhida no Brasil. A produção agrícola chegará a 145,9 milhões de toneladas, praticamente se igualando a colheita registrada em 2008, a maior da história brasileira.
Os números são extremamente positivos, principalmente se forem considerados os problemas climáticos ocorridos neste ano, como seca na região Centro-Oeste e fortes chuvas no Sul e nos estados de Alagoas e Pernambuco.
“A soja foi a grande vedete de 2010. Além de a área plantada ter aumentado, a produção também foi maior devido aos preços bons, comparativamente ao de outras culturas”, afirmou Mauro Andreazzi, gerente de agricultura do IBGE. A participação da soja em relação ao total produzido no País pulou de 42,6% em 2009 para os atuais 46,6%.
Em contrapartida, outros dois importantes produtos tiveram queda na participação. O milho teve retração de 38,1% para 36,7%. Ja o arroz passou a responder por 7,7% da produção brasileira, contra 9,4% do ano anterior. O Paraná continua sendo o maior produtor nacional de grãos, seguido pelo Mato Grosso.
Fonte: Valor Economico
Os números são extremamente positivos, principalmente se forem considerados os problemas climáticos ocorridos neste ano, como seca na região Centro-Oeste e fortes chuvas no Sul e nos estados de Alagoas e Pernambuco.
“A soja foi a grande vedete de 2010. Além de a área plantada ter aumentado, a produção também foi maior devido aos preços bons, comparativamente ao de outras culturas”, afirmou Mauro Andreazzi, gerente de agricultura do IBGE. A participação da soja em relação ao total produzido no País pulou de 42,6% em 2009 para os atuais 46,6%.
Em contrapartida, outros dois importantes produtos tiveram queda na participação. O milho teve retração de 38,1% para 36,7%. Ja o arroz passou a responder por 7,7% da produção brasileira, contra 9,4% do ano anterior. O Paraná continua sendo o maior produtor nacional de grãos, seguido pelo Mato Grosso.
Fonte: Valor Economico
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quarta-feira, 16 de junho de 2010
Análise semanal do mercado de açúcar
O foco no cumprimento dos contratos de exportação tem, de certa forma,
Compradores que esperavam
Na última semana, apenas alguns negócios spot
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
Mercado do Açúcar
Na onda dos outros. Os preços internacionais do açúcar subiram ontem com o mercado otimista em relação à futura demanda pela commodity - resultado tanto do bom desempenho do segmento financeiro quanto de expectativas de o Oriente Médio importar mais no futuro breve. Na bolsa de Nova York, os contratos com entrega em outubro fecharam a 15,09 centavos de dólar por libra-peso, alta de 41 pontos. "Tudo está ajudando hoje [ontem]", disse à agência Bloomberg James Cordier, da OptionSellers.com, Flórida, citando como exemplo a alta nas ações verificada ontem. No mercado doméstico, a saca de 60 quilos do açúcar fechou a R$ 40,80, com variação diária positiva de 0,72%, segundo o indicador Cepea/Esalq. No mês, o açúcar acumula queda de 1,09%.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Um pouco de ar fresco para o mercado do açúcar
Estou colocando abaixo a análise do mercado de açúcar. O que estiver em negrito, é o mais interessante para este momento.
O mercado de açúcar em NY fechou a semana em alta. Discreta, é verdade, mas com um pouco mais de ar fresco. A semana foi encurtada pelo feriado de segunda-feira nos Estados Unidos e pelo feriado de Corpus Christi no Brasil na quinta-feira. Os primeiros meses de vencimento na tela de NY fecharam com alta média pouco inferior a cinco dólares por tonelada. Os vencimentos que refletem a safra 2011/2012 no Brasil fecharam perto de 8 dólares por tonelada, mostrando que devagarzinho o mercado começa a emitir sinais para o que deve vir por aí no ano que vem.
Um gestor de fundo americano, muito focado nos fundamentos do mercado de açúcar, que encontrei em NY na semana do Sugar Dinner, me diz com todas as letras: sou mais otimista mais para a frente (a próxima safra), porque vejo a demanda por etanol continuando a se expandir e avançando por sobre a produção de açúcar. Em algum momento, novas usinas terão que ser construídas e a área de cana vai ter que crescer para acompanhar essa demanda de etanol ou a produção de açúcar no Brasil será muito menor. Acredito que preços mais elevados de açúcar são necessários para conseguir essa expansão.
Por essas e outras razões acho que as eventuais fixações de preço para a safra 2011/2012 (leia-se, os meses de maio/2011 até março/2012) devem ser feitas com muita sobriedade.
Corre-se o risco de se arrepender caso os preços se recuperem.
Existem fortes indicações de que um dos maiores fundos de pensão privado americano esteja inclinado a investir em commodities como forma de proteger o fundo de risco inflacionário. Entre as commodities escolhidas para eventualmente fazer parte desse portfólio está o açúcar. Essa atitude contrasta com o humor atual dos reguladores federais das commodities nos Estados Unidos que aventam a possibilidade de impor limites aos investidores institucionais em suas exposições no mercado de commodities, evitando assim a repetição da bolha que estourou em 2008 levando várias instituições financeiras à bancarrota.
McDougall, da Newedge de NY, comenta que em recente evento em Cingapura (um dos 300 sobre açúcar e etanol que ocorrem no mundo anualmente) veio à luz das discussões que existem 4.000 produtores de cana na Austrália, que produz algo como 33 milhões de toneladas.
No Brasil, estimam-se 75.000 produtores que respondem por 70% da safra de cana enquanto na Índia são 50.000.000 de produtores responsáveis por 285 milhões de toneladas. Calcule agora qual a média de tonelada de cana que cada produtor produz: 8.250 na Austrália, 6.200 no Brasil e 5,7 na Índia. Viu como é super fácil monitorar o que os produtores indianos vão fazer?
Um gestor de fundo americano, muito focado nos fundamentos do mercado de açúcar, que encontrei em NY na semana do Sugar Dinner, me diz com todas as letras: sou mais otimista mais para a frente (a próxima safra), porque vejo a demanda por etanol continuando a se expandir e avançando por sobre a produção de açúcar. Em algum momento, novas usinas terão que ser construídas e a área de cana vai ter que crescer para acompanhar essa demanda de etanol ou a produção de açúcar no Brasil será muito menor. Acredito que preços mais elevados de açúcar são necessários para conseguir essa expansão.
Por essas e outras razões acho que as eventuais fixações de preço para a safra 2011/2012 (leia-se, os meses de maio/2011 até março/2012) devem ser feitas com muita sobriedade.
Corre-se o risco de se arrepender caso os preços se recuperem.
Existem fortes indicações de que um dos maiores fundos de pensão privado americano esteja inclinado a investir em commodities como forma de proteger o fundo de risco inflacionário. Entre as commodities escolhidas para eventualmente fazer parte desse portfólio está o açúcar. Essa atitude contrasta com o humor atual dos reguladores federais das commodities nos Estados Unidos que aventam a possibilidade de impor limites aos investidores institucionais em suas exposições no mercado de commodities, evitando assim a repetição da bolha que estourou em 2008 levando várias instituições financeiras à bancarrota.
McDougall, da Newedge de NY, comenta que em recente evento em Cingapura (um dos 300 sobre açúcar e etanol que ocorrem no mundo anualmente) veio à luz das discussões que existem 4.000 produtores de cana na Austrália, que produz algo como 33 milhões de toneladas.
No Brasil, estimam-se 75.000 produtores que respondem por 70% da safra de cana enquanto na Índia são 50.000.000 de produtores responsáveis por 285 milhões de toneladas. Calcule agora qual a média de tonelada de cana que cada produtor produz: 8.250 na Austrália, 6.200 no Brasil e 5,7 na Índia. Viu como é super fácil monitorar o que os produtores indianos vão fazer?
Consumidores industriais de açúcar devem ficar de olho no mercado.
A curva de preços é ascendente e tudo indica que o indicador da ESALQ não vai estacionar nos R$ 40,00 por saca por muito tempo.
Aliás, esse valor está abaixo da previsão da Archer Consulting feita no início de abril que era de R$ 45,00 por saca como preço médio. Proteja-se.
O contrato de etanol hidratado na BM&F Bovespa fecha a semana com 421 lotes em aberto. É um bom começo. Há necessidade de o setor começar a olhar com muita atenção esse instrumento. O contrato para dezembro/2010 (que vence em 29/12/2010) fechou cotado a R$ 860,00 o metro cúbico posto Paulínia, livre de ICMS, PIS/Cofins.
Para discutir amplamente o contrato futuro e de opções do etanol hidratado, a IETHA promove o Fórum IETHA, na quarta-feira dia 9 de junho, a partir das 14 horas, no auditório da BM&F Bovespa no centro de São Paulo. Uma excelente oportunidade para entender como funciona o contrato, quais as perspectivas e projeções de produção e consumo, e quais as estratégias que podem ser usadas.
Num vôo para o interior de SP, dois jovens ao meu lado dividem a leitura de uma revista de agronegócio aberta numa matéria sobre a FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. Na foto que ilustra a matéria vê-se o logo da FAO com seu lema Fiat Panis (latim para que haja pão). Um dos jovens comenta com o outro: Ué, não sabia que a Fiat patrocinava essa entidade. Diante de tamanha sabedoria, como diria um conhecido executivo do mercado, só batendo na cabeça do cabra com um gato morto e parar apenas quando o bichano começar a miar.
No Fundo Fictício da Archer Consulting, recompramos 2711 puts (opções de venda) de preço de exercício 16 centavos de dólar por libra-peso no julho, pagando 168 pontos e vendemos a mesma quantidade e preço de exercício para o vencimento outubro, recebendo 199 pontos. Também rolamos as 1814 calls (opções de compra) de preço de exercício 17 centavos de dólar por libra-peso no julho pagando 5 pontos e vendendo a mesma quantidade e preço de exercício para outubro recebendo 67 pontos. Rolamos os 193 futuros vendidos em julho para outubro com 50 pontos. Assim, fechamos a semana com uma posição no delta de 777 lotes comprados. O resultado da semana foi um ganho de US$ 663.851,29, com o ganho acumulado até sexta-feira chegando a US$3.130.836,13 com retorno anualizado de 171,36%.
A curva de preços é ascendente e tudo indica que o indicador da ESALQ não vai estacionar nos R$ 40,00 por saca por muito tempo.
Aliás, esse valor está abaixo da previsão da Archer Consulting feita no início de abril que era de R$ 45,00 por saca como preço médio. Proteja-se.
O contrato de etanol hidratado na BM&F Bovespa fecha a semana com 421 lotes em aberto. É um bom começo. Há necessidade de o setor começar a olhar com muita atenção esse instrumento. O contrato para dezembro/2010 (que vence em 29/12/2010) fechou cotado a R$ 860,00 o metro cúbico posto Paulínia, livre de ICMS, PIS/Cofins.
Para discutir amplamente o contrato futuro e de opções do etanol hidratado, a IETHA promove o Fórum IETHA, na quarta-feira dia 9 de junho, a partir das 14 horas, no auditório da BM&F Bovespa no centro de São Paulo. Uma excelente oportunidade para entender como funciona o contrato, quais as perspectivas e projeções de produção e consumo, e quais as estratégias que podem ser usadas.
Num vôo para o interior de SP, dois jovens ao meu lado dividem a leitura de uma revista de agronegócio aberta numa matéria sobre a FAO, Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. Na foto que ilustra a matéria vê-se o logo da FAO com seu lema Fiat Panis (latim para que haja pão). Um dos jovens comenta com o outro: Ué, não sabia que a Fiat patrocinava essa entidade. Diante de tamanha sabedoria, como diria um conhecido executivo do mercado, só batendo na cabeça do cabra com um gato morto e parar apenas quando o bichano começar a miar.
No Fundo Fictício da Archer Consulting, recompramos 2711 puts (opções de venda) de preço de exercício 16 centavos de dólar por libra-peso no julho, pagando 168 pontos e vendemos a mesma quantidade e preço de exercício para o vencimento outubro, recebendo 199 pontos. Também rolamos as 1814 calls (opções de compra) de preço de exercício 17 centavos de dólar por libra-peso no julho pagando 5 pontos e vendendo a mesma quantidade e preço de exercício para outubro recebendo 67 pontos. Rolamos os 193 futuros vendidos em julho para outubro com 50 pontos. Assim, fechamos a semana com uma posição no delta de 777 lotes comprados. O resultado da semana foi um ganho de US$ 663.851,29, com o ganho acumulado até sexta-feira chegando a US$3.130.836,13 com retorno anualizado de 171,36%.
Fonte: Archer Consulting
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Mercado do Açúcar
Análise semanal do mercado de açúcar –
A ligeira alta nos preços do açúcar na última semana pode ser explicada pelo interesse das usinas pelo mercado externo, já que esse apresentou melhor remuneração que o interno. Assim, as usinas pediram preços um pouco mais elevados que os da semana anterior, apoiadas na possibilidade de realizar exportações mais remuneradoras. O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) fechou a R$ 41,40/saca de 50 kg na sexta, 28, alta de 1,72% sobre a sexta, 21.
Por sua vez, compradores entraram no mercado apenas para adquirir o necessário para curto prazo, na expectativa de que os preços possam ceder com a evolução normal da safra. Como resultado, os volumes negociados na semana foram relativamente baixos.
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domingo, 30 de maio de 2010
Mercado do Açúcar
É dificil acreditar, mas é verdade. O Açúcar sofrerá aumento nos preços nos empacotados.
O açúcar teve altas no mercado interno e externo. Durante a última semana, o açúcar teve aumento de R$ 0,70 na saca de açúcar. Aumento de 1,71% na semana.
Dica: Reforcem os estoques e fiquem atentos a novidades no mercado!
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