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sábado, 14 de agosto de 2010

TRIGO: Após semana de aclimatação aos novos preços, novos reajustes são esperados nas próximas quatro semanas

Neste momento, não cabe mais discutir se os ganhos acumulados até agora nas Bolsas internacionais foram ou não excessivamente especulativos como muitos tem se preocupado em avaliar. O fato é que a forte elevação do preço do trigo no mercado mundial já resultou em encarecimento da matéria-prima até o momento e o que vai acontecer ao longo deste mês de agosto e primeira quinzena de setembro será o repasse deste custo maior que começou a ser sentido de forma mais ampla nesta segunda semana.  Como o mercado de farinhas é bastante heterogêneo tanto no que se refere aos fornecedores como compradores, os reajustes feitos até o momento variaram muito de intensidade o que está causando grande dificuldade na fixação de preços. Para este cenário contribui também o fato de que como o mercado vem de um longo e severo período de retração dos preços e, em função disso, a quantidade de moinhos que estavam trabalhando com cotações defasadas é imensa, o que faz com que encontremos neste momento igualmente uma grande quantidade de valores para um mesmo produto. Os reajustes foram em sua maior parte de 10 a 12% mas chegaram a variar também de 18 a 25% e até 7 a 8% para pouquíssimas empresas que começaram a repassar suas altas logo no começo de julho, como verificamos naquele período. A perspectiva é que este cenário confuso permaneça ainda por mais um mês, pois após a absorção satisfatória dos reajustes da primeira semana de agosto nesta segunda semana, já estão programados no mínimo mais duas altas daqui até setembro, sendo a primeira em torno de 5%, conforme relato de agentes de mercado consultados. Esta guinada do mercado de trigo gerou outro fator que está também causando fortes distorções no mercado, que é a saída maciça de compradores em busca de reforçar estoques e buscar fornecedores de longa data com quem possa se negociar preços mais vantajosos. Assim, enquanto este frisson da demanda, ainda que artificial, persistir os preços continuaram com apoio positivo. 

Fonte: Noticias Agricolas

Arroz - Preços do arroz têm forte alta no mercado internacional

No decorrer desta semana, respondendo aos problemas climáticos que vem sendo anunciados na China, Tailândia, Paquistão e outros países asiáticos, e puxados pela tendência altista que se instalou nos mercados mundiais de grãos, especialmente trigo e milho, os preços do arroz registram expressiva alta.
A possível relação entre as enchentes no Paquistão e na China e a onda de calor, seca e incêndios florestais na Rússia é o foco de debate entre especialistas dos maiores centros de pesquisa meteorológica da Europa. O debate entre peritos se intensificou, assim como o choque da comunidade internacional com a amplitude das cheias no Paquistão e na China. Segundo dados parciais, as monções - chuvas torrenciais típicas do Sudeste Asiático - já teriam provocado a morte de 1,2 mil paquistaneses, além de desabrigar outro 1,8 milhão.
Vivendo o fenômeno inverso, a Rússia enfrenta há 15 dias as maiores temperaturas em mil anos. Para alguns dos institutos de meteorologia mais importantes da Europa, os fenômenos estão interligados. A explicação para a intempérie no Paquistão seria o chamado jet-stream, corrente de ar que circula em altas altitudes - entre 6 e 15 quilômetros da superfície -, a uma velocidade média de 100 km/h, e que pode se estender por milhares de quilômetros. Com a onda de calor, uma jet-stream teria se formado a partir da Rússia. Sobre o Paquistão, a corrente teria se chocado com uma monção de intensidade anormal oriunda do Sul.
O mais expressivo para o mercado de arroz é a forte alta das cotações no Vietnã, até então o país exportador asiático que ofertava o produto beneficiado aos mais baixos preços da região. No Vietnã, o arroz beneficiado Viet 5% subiu para US$ 400,00 a tonelada FOB nesta segunda semana de agosto, contra US$ 370,00 a tonelada na primeira semana de agosto e US$ 350,00 na segunda quinzena de julho. Esse produto chegou a estar cotado a US$ 340,00 a tonelada na segunda quinzena de abril, depois de ter subido para US$ 489,00 a tonelada na primeira quinzena de janeiro de 2010.
O preço do arroz tailandês deve seguir o mesmo caminho. O produto também já mostra reação na Tailândia. O arroz Thai 100%B subiu para US$ 462,00 a tonelada FOB nesta segunda semana de agosto, contra US$ 445,00 na primeira semana de agosto. O preço vinha em queda até maio passado, após atingir US$ 609,00 a tonelada na primeira quinzena de janeiro de 2010.
No artigo em questão (de 09/08/2010), havíamos afirmado que, com a quebra da safra de trigo no Leste Europeu, com fortes perdas na Rússia, os preços do trigo subiram vertiginosamente e puxaram os preços do milho. 1/6 do trigo mundial é usado em rações e as quebras levam junto os preços mundiais do milho. Nos últimos 30 dias, os preços mundiais do trigo subiram 70%, os do milho 21% os da soja, 15%. Os preços mundiais do arroz ainda podem registrar mais altas nas próximas semanas, induzidos pelas adversidades climáticas em regiões de produção e pela escalada dos outros grãos no mercado global.
 

AÇUCAR - Cotação segue firme mesmo com avanço na colheita

Apesar do avanço na colheita de cana-de-açúcar e da produção de cristal na região Centro-Sul do Brasil, os preços do produto subiram no estado de São Paulo nos últimos dias, conforme dados do Cepea. O impulso veio das altas no mercado internacional. O Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ (estado de São Paulo) fechou a R$ 44,81/saca de 50 kg na quarta-feira, alta de 0,8% entre 4 e 11 de agosto. Na parcial do mês, o aumento é de 3,94%.  


Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Bebida "antirressaca" quer chegar aos supermercados

Security, é uma bebida francesa, criada há 12 anos, que promete curar a ressaca. Após seis meses de vendas pela internet e em lojas de conveniência do Rio de Janeiro, os quatro sócios da distribuidora do produto no Brasil investem para colocar o produto nos postos de gasolina paulistanos já em setembro. O próximo passo será chegar às gôndolas dos super e hipermercados. Para isso, redes com tradição na venda de importados já estão sendo contatadas.
Hoje, o produto é importado da França, mas deve passar a ser produzido no interior de São Paulo dentro de três meses. "Vamos importar apenas o xarope, que representa 5% da fórmula. Nossa margem de ganho deve crescer 30%”, diz Samuel Goldstein, um dos sócios da distribuidora brasileira da Security.
Michel Kneit, outro sócio da empresa, comenta que, com o aumento da margem a partir da instalação da fábrica no Brasil, será possível ampliar a distribuição dos produtos para outros supermercados. Security é uma bebia que lembra uma espécie de chá com gosto de pera. A garrafa de 30 ml custa em média R$ 15. Em julho deste ano foram vendidas 25 mil unidades no País. A expectativa é de que até o final do ano a venda mensal chegue a 1 milhão de unidades.
O investimento na venda de Security no País foi de R$ 5 milhões. A expansão já está planejada para os EUA em setembro, e depois para outros países da América do Sul.
Liberada, mas nem tanto
Embora a importação da bebida esteja liberada pelo Ministério da Agricultura, a Anvisa e o próprio ministério dizem que a autorização não permite que a empresa prometa a cura da ressaca. "Se o produto está em situação legal, pode ser comercializado com a função única de saciar a sede. Qualquer propaganda que remeta a alegações terapêuticas pode configurar infração", diz nota divulgada pela Anvisa.
"A legislação é confusa. Sabemos que atuamos numa área incerta. Mas, se tivermos que mudar a estratégia de marketing, o produto já será conhecido”, explica Samuel Goldstein, lembrando que na França a propaganda foi alterada e o produto foi liberado.

Fonte: Folha de São Paulo

Copa do Mundo e renda maior elevam vendas da Ambev

O volume de cerveja comercializado pela companhia cresceu 13,7%, passando de 16,633 milhões de hectolitros no segundo trimestre de 2009 para 18,920 milhões no mesmo período deste ano.
Também contribuíram para o crescimento as novidades da empresa. “Dentre as inovações, destacam-se os bons resultados de Antarctica Sub-Zero, da lata de 269 ml e da embalagem retornável de 1 litro. Mais recentemente foram lançados o líquido Skol360 e a nova identidade visual de Brahma”, explicou a Ambev em nota.
A receita líquida da operação de cervejas no Brasil cresceu 19,7% no segundo trimestre, ante os meses de abril a junho de 2009. Com isso, saiu R$ 2,587 bilhões para R$ 3,097 bilhões em igual período. Nos mesmos meses, a participação média no mercado de cerveja apresentou alta de 2,2 pontos percentuais, segundo a Ambev.
Aumento de 15,2%, para R$ 48 milhões por hectolitro, foi registrado no CPV (Custo por Produto Vendido). A explicação seria o maior mix de latas, gerando alto custo de embalagens. Convém lembrar que o País sofreu com a falta dessas embalagens devido ao aumento de consumo durante o verão e a Copa do Mundo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Coca-Cola triplica investimentos no Nordeste

A vendas da Norsa, fabricante e distribuidora da Coca-Cola nos estados do Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí cresceram 29% no primeiro trimestre deste ano. No período, a empresa investiu R$ 50 milhões. Com o bom momento, porém, já está decidido novo aporte de R$ 100 milhões para ampliar a capacidade de produção das cinco fábricas, expandir os 11 centros de distribuição, comprar vasilhames retornáveis e realizar ações promocionais. “Historicamente, este é o maior investimento da história da empresa fundada em 1998”, conta André Sales, presidente da Norsa.
Com quatro mil funcionários e faturamento de R$ 1,3 bilhão em 2009, a Norsa terá acréscimo de 15% a 20% na capacidade instalada após os novos investimentos.
Em junho de 2009, a Norsa respondia por 54% das vendas de refrigerantes nos quatro estados onde atua. No mesmo mês deste ano, pulou para 56,7%. Entre as razões do bom momento está o aumento no consumo nas cidades do interior nordestino.

Fonte: Brasil Economico

Mingau Turma da Mônica ganha dois novos sabores


Já estão disponíveis nas grandes lojas de varejo os sabores Aveia e Arroz com Camomila da fabricante WOW! Nutrition. A linha de mingaus Turma da Mônica promete facilitar o dia a dia das mães, pois não necessita de aquecimento no preparo. Por enquanto, a estratégia da empresa está focada na distribuição dos produtos ao varejo. O passo seguinte será a realização de ações de merchandising nos pontos de venda. O valor sugerido é de R$ 2,58 para embalagem de 200g.




Fonte: Revista SM