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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Manteiga Mococa volta ao mercado amparada em mega promoção

Lançada em 1919, a manteiga Mococa volta às prateleiras em embalagem litografada nas versões de 500g e 200g. Classificada por órgãos regulamentadores como de "primeira qualidade", a manteiga conta com distribuição nacional, principalmente para o médio e pequeno varejo, além de publicidade em revistas, mídias sociais e 50 blogs de culinária. Conta ainda com merchandising na televisão, veiculado em São Paulo, no Rio Grande do Sul e na região Nordeste. Para os pontos de venda estão programadas provas de degustação e cursos de culinária. O preço sugerido do produto é de R$ 8.

Promoção deve elevar as vendas
Como parte da comemoração dos seus 91 anos de existência, a empresa criou a promoção As Aventuras da Vaquinha Mococa, que se estende até 1º de dezembro. Serão entregues prêmios para as melhores respostas à pergunta: O que você quer ver a Vaquinha Mococa fazendo?
O primeiro colocado ganhará um Macbook e outros quatro vencedores receberão celular, vídeo game, bicicleta ou máquina digital. Outros prêmios serão entregues, além de revistas de culinária com receitas de produtos Mococa para os classificados entre 21º e 200º lugar. Além da premiação, as ideias serão transformadas em vídeos, como o que está no site da promoção que, em menos de cinco dias no ar, foi visto por mais de três mil pessoas. O concurso está sendo divulgado em mídias sociais como twitter (www.twitter.com/vaquinha_mococa), além de TV, revistas e portais de gastronomia.
O objetivo da campanha é criar uma integração com os jovens, sobretudo pelas redes sociais, e transmitir a ideia de que mesmo com 91 anos a marca é moderna e atualizada.
 
Informações: 0800 7070033

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Açúcar - Preços do açúcar avançam em NY nesta terça-feira diante de incertezas sobre as exportações indianas

Incertezas em relação às exportações da Índia ofereceram sustentação aos preços do açúcar ontem no mercado internacional, informou a agência Dow Jones Newswires. Na bolsa de Nova York, os contratos com vencimento em maio encerraram a sessão negociados a 27,92 centavos de dólar por libra-peso, já próximos da barreira dos 28 centavos. Um trader da bolsa de Londres, onde o produto atingiu máxima em 30 anos, disse que, ainda que se saiba que a Índia voltará a exportar, não se sabe quando ou quanto. Ao mesmo tempo, as adversidades climáticas no Brasil continuam a oferecer suporte. No mercado doméstico, o indicador Cepea/Esalq para a saca de 50 quilos do açúcar cristal em São Paulo subiu 0,11% na segunda-feira, para R$ 74,56.

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Fonte: Valor Econômico

Milho - Clima e demanda mantêm preços do milho em alta

Os preços do milho estão em alta no mercado. O indicador ESALQ/BM&F Bovespa (Campinas-SP) teve aumento de 5,19% entre os dias 1º e 25 de outubro. Isto se deve ao volume exportado e a previsão de clima seco para a próxima safra. A alta nos preços está levando os vendedores a segurar a produção na expectativa de mais aumento, enquanto que os compradores estão adquirindo apenas o necessário.

Vários fatores estão elevando as cotações do grão. Segundo João Pedro Corazza, corretor da Agroinvvesti, entre os motivos está o atraso do plantio da safra de verão de soja no centro-oeste do país e Paraná. “O plantio tardio da soja empurra a semeadura do milho safrinha para frente, fazendo com que o risco climático possa comprometer a qualidade do grão. Existe a expectativa, e está se confirmando, de seca na região sul, que atinge diretamente a safra de verão, já reduzida devido às baixas cotações do último ano”.

Além do clima, a alta procura no mercado internacional em virtude de frustrações de safras nos países da União Européia, a crescente demanda por commodities, principalmente por parte da China, e a não confirmação de uma safra recorde americana, também contribuem para alavancar os preços. A tendência é que as cotações continuem firmes. “O comprador está tomando rapidamente os lotes disponíveis, isso é sinal de mercado bastante demandado. Por já existirem compradores na exportação para entrega na próxima safra, o mercado está se mantendo em alta também no futuro”, diz Corazza.

Neste momento de incertezas quanto ao futuro das cotações a dica é proteção. “Calcular o custo da lavoura mais a margem de lucro que julgar necessária e travar ao menos o custo da produção no mercado futuro. Existem diversas ferramentas que o produtor precisa conhecer, sendo que uma das mais interessantes é o travamento da BM&FBovespa”, conclui.

Contratos FuturosSão acordos de compra/venda de commodities para uma data futura a um preço estabelecido entre as partes no momento da negociação. Pode ser feita a liquidação do contrato antes do prazo de vencimento. A função principal dos contratos de commodities agrícolas é o hedge (proteção) para os produtores. 


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Fonte: O Nacional

Soja - Tendência de curto prazo do mercado futuro de soja em Chicago segue indefinida.

As cotações futuras de soja relativas aos três primeiros vencimentos fecharam com perdas insignificantes, nesta segunda-feira, primeiro de novembro de 2010, na Bolsa Mercantil de Chicago (CME), conforme a tabela acima.
Nesta data, o Dólar dos EUA valorizou-se durante a respectiva sessão futura, ao passo que os preços futuros do ouro cederam no respectivo pregão futuro desta segunda-feira, enquanto o clima para as regiões de sojicultura da América do Sul mostrou-se muito favorável. Todos esses foram fatores negativos para as cotações futuras da oleaginosa, em Chicago.
Durante o fim-de-semana choveu bem em regiões brasileiras importantes, até então sujeitas à estiagem, em menor ou maior grau. Há mais precipitações pluviométricas previstas para a semana em curso. Esses eventos climáticos favoráveis estão afastando temores de secas possivelmente associadas ao fenômeno La Niña.
O total de embarques de soja norte-americana efetuado na semana passada não passou de aproximadamente 1,6 milhão de toneladas, em contrapartida a cerca de 1,9 milhão de toneladas, na semana retrasada.
Informações da agência governamental CFTC, responsável pela regulação e fiscalização dos mercados futuros de commodities nos EUA passaram a impressão de que as posições compradas da oleaginosa em mãos de fundos de especulação podem ter atingido o seu pico, no curto prazo. Isso equivale a afirmar que a maior parte das atuais notícias altistas relativas ao mercado futuro de soja podem já ter sido embutidas nas atuais cotações dessa commodity, em seu respectivo pregão futuro, em Chicago.

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Fonte: SojaNet

Lucro da Colgate sobe 4,9% no terceiro trimestre

A operação global da Colgate-Palmolive anunciou aumento de 4,9% no lucro líquido do terceiro trimestre deste ano. Segundo Ian Cook, executivo-chefe, o resultado reflete os cortes de custo promovidos pela companhia. "Esperamos que o progresso se mantenha, o que é promissor para que a margem de lucro bruto aumente bem no ano", afirmou em comunicado à imprensa.
O lucro da companhia norte-americana foi de R$ 619 milhões entre julho e setembro. Já a receita apresentou queda de 1%, atribuída a flutuações cambiais e também a agressivas reduções de preço promovidas por concorrentes.
Para 2011, o tom das expectativas é marcado pela cautela. Entre outras ações, a Colgate deverá elevar despesas com marketing para obter aumento de vendas.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Um Natal 10% mais forte para as sidras (Cereser)

Essa é a expectativa de crescimento da Cereser para este fim de ano. Para isso, a empresa lança os sabores de sidra Maracujá e Guaraná, nas versões com e sem álcool, além da Chuva de Prata Mini, com 200 ml. A fabricante também coloca no mercado o Kadov Ice, como opção para as festividades que acontecem no período. Informações: (11) 4585-4903

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

País deve alcançar um celular por habitante em outubro

Até o fim de setembro, o País tinha 191,5 milhões de telefones móveis, o que significava 98,98 acessos por cem habitantes. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deve confirmar ainda hoje o número de 1 celular por brasileiro.
Só no mês passado foram habilitados dois milhões de aparelhos, número maior do que o de setembro de 2009, quando 1,6 milhão foram ligados. Nos últimos 12 meses, 25,4 milhões de celulares começaram a funcionar no Brasil.
Segundo especialistas em telefonia, o número de celulares vem aumentando no Brasil – e no mundo – por causa da melhoria das redes e a possibilidade do uso da banda larga, com acesso à internet, envio de e-mails, entre outros serviços.