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terça-feira, 29 de maio de 2012

Compra da Yoki leva General Mills às classes D e E


Com a aquisição da marca brasileira por R$ 1,75 bilhão (mais R$ 200 milhões em dívidas), a multinacional, que não produzia no Brasil desde 2009, vai chegar às classes que formam a base da pirâmide social. Atualmente, os únicos produtos que a General Mills vende no País são os sorvetes Häagen-Dazs e as barrinhas de cereais Nature Valley, ambos importados e de preço elevado.

Segundo especialistas em consumo ouvidos pelo jornal Valor Econômico, além de chegar às classes D e E, a General Mills resolve outro problema com a compra da Yoki: conquista presença nacional, a partir da rede de pelo menos 70 mil pontos de vendas da marca em todo o País. Os produtos atualmente comercializados pela General Mills têm suas vendas concentradas na região sudeste.

Christine Pereira, diretora comercial da consultoria Kantar Worldpanel, ressalta que as classes D e E são as que puxam o consumo de alimentos no Brasil. Segundo ela, 35% das compras desses consumidores se concentram em alimentos, bebidas e itens de higiene e limpeza. Nas classes A e B, o percentual cai pra 18%.

Em comunicado, Chris O'Leary, vice-presidente executivo da General Mills, disse que a companhia vai introduzir outras marcas da General Mills no mercado brasileiro ao longo do tempo. A aquisição da Yoki deve mais que dobrar as vendas da companhia na América Latina, para cerca de US$ 1 bilhão. 

Em nota enviada ao Valor, a General Mills informou que deve manter os funcionários da Yoki no Brasil, incluindo os líderes. Ainda não houve definição sobre quem vai dirigir a fabricante no País.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

PepsiCo relança biscoito Mirabel no mercado

A fabricante de bebidas e snacks está relançando no Brasil a marca Mirabel de biscoitos, que fez sucesso no País nos anos 80 e 90. O produto será vendido nos sabores morango e chocolate. 

Antes de relançar a Mirabel, a PepsiCo fez uma pesquisa de mercado em todo o País, para que os consumidores apontassem as melhores lembranças da marca. Daniel Assef, diretor de marketing da companhia esclareceu que a nova versão “irá proporcionar o mesmo sabor e praticidade para o lanche das crianças e jovens".

A embalagem da nova Mirabel manterá as características do snack original, no formato individual, e contará com um visual mais atraente, segundo a PepsiCo.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fusão Carrefour-Pão pode trazer benefícios à economia brasileira

Segundo reportagem publicada na revista inglesa The Economist, a fusão do Pão de Açúcar com o Carrefour no Brasil, se concretizada, traria benefícios para a economia nacional. Entre eles, está a contribuição para uma maior internacionalização das empresas brasileiras, uma vez que apenas um grupo restrito possui subsidiárias em outros países.
Em outras palavras, a empresa resultante da união entre as duas varejistas poderia entrar em novos países. Esse movimento automaticamente favoreceria a comercialização no exterior de produtos fabricados aqui. Tanto que a matéria do The Economist sugere que os políticos brasileiros estão preocupados com o fato de o Brasil estar se consolidando principalmente como um exportador de commodities. “Então, estão entusiasmados com a ideia de criar campeões nacionais em outros setores, mesmo que sejam parcialmente controlados por estrangeiros”, diz o texto.
A reportagem cita ainda os empecilhos da fusão pretendida pelo empresário Abílio Diniz, com aporte que pode chegar a R$ 3,9 bilhões do BNDES. Uma das dificuldades seria a necessidade de obter aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). O órgão é o responsável por analisar e julgar se haverá excesso de concentração de mercado nas mãos da nova empresa. Além disso, existem as desavenças com o grupo Casino, também francês e que atualmente detém uma parcela significativa de ações do Pão de Açúcar.

A reportagem também ressalta que o Carrefour tem passado “por maus bocados” na França, onde “tentou, por anos, reavivar o setor de hipermercados, sem muito sucesso.” Diante disso, o negócio com o Brasil tem “atrativos óbvios” – entre eles, a revista cita um mercado ainda “fragmentado” no País, uma economia crescente, uma democracia estável e uma população jovem. “A nova companhia (criada pela eventual fusão) teria vendas combinadas de R$ 69 bilhões e uma fatia de 21% do terceiro maior mercado supermercadista do mundo, depois dos EUA e da China.”
Fonte: BBC Brasil

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Morango light é nova opção da marca Nutry (Nutrimental)

 
A linha de barras de cereais da Nutrimental ganha sua quinta versão: Morango Light. O lançamento foi definido a partir de pesquisa com as consumidoras. Segundo o levantamento, 73% afirmaram preferir os sabores morango e banana. As barras de cereal Nutry já contam com as opções Castanha do Pará com Cupuaçu, Banana, Ameixa com Banana e Laranja. O preço sugerido é de R$ 3,50 a caixa com três embalagens de 20 gramas cada.  

Informações: 0800 7077648

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Faturamento do e-commerce no Natal deve chegar a R$ 2,2 bilhões

O resultado representará um aumento de 40% em relação ao mesmo período de 2009 – 15 de novembro a 24 de dezembro –, quando o canal faturou R$ 1,6 bilhão. Os dados foram levantados pela e-bit, consultoria especializada em informações de e-commerce.

O tíquete médio do setor deve ficar em torno de R$ 370. As categorias que deverão ser as mais vendidas são livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. O e-bit aposta também no segmento de cosméticos e beleza entre o público feminino.

Com o impulso do fim de ano, o comércio eletrônico prevê faturamento de R$ 15 bilhões em 2010, um crescimento nominal de 40% frente ao ano passado. Na comparação com o e-commerce norte-americano, o Brasil apresenta um forte potencial de expansão. Lá, as vendas devem crescer apenas 12,7% este ano, de acordo com eMarketer, empresa de inteligência digital.

Venda de espumantes deve bater recorde em 2010

A aposta é do Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) “O último semestre é responsável por 60% do volume no ano”, informa Diego Bertolini, gerente de promoção do Ibravin. Com o dólar baixo, o preço do vinho espumante está cada vez menor - com opções a partir de R$ 14. Muitos consumidores devem optar por ele em vez da tradicional sidra, feita à base de maçã.
Segundo Alexandre Miolo, diretor nacional de vendas da vinícola Miolo, outra opção são vinhos frisantes, feitos de forma parecida, mas com preço final mais baixo. “A sidra ficou para trás. O produto nacional tem excelente qualidade e atende ao consumo emergente”, explica o executivo.

Ceia de Natal ficará mais barata
Assim como os vinhos espumantes, outros produtos devem apresentar queda no preço, barateando o Natal dos Brasileiros. Segundo a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado) os produtos importados são o destaque por causa da queda do dólar, e estão entre 20% e 33% mais baratos este ano.
Segundo dados da Fiesp, 22,7% do consumo interno é  de produtos importados.  Este é o maior resultado apurado desde 1996, quando a pesquisa começou a ser realizada. Em novembro passado, o consumo de importados era de 18,1%.

Fugini quer crescer 50% com vegetais em conserva (Fugini)


A empresa ingressa no mercado de conservas com as versões milho verde e ervilha. A novidade fica por conta das embalagens em sachês (200 g) criada pelo sistema form-fill-seal (formar/encher/selar) em alta temperatura, um diferencial da marca Fugini. O produto também estará disponível em lata abre-fácil de 160 g, copo de vidro com 200 g e, para o food service, lata de 2 kg. A nova fábrica em Cristalina (GO) foi planejada para atender essa nova demanda. Com o lançamento, a Fugini espera crescimento do faturamento em 50% até 2011.
 



Informações: 0800 7024337